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Em : SEO - Otimização Comentários : 0 Autor : Denis Casita Data : 03 out 2017
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Para fazer um trabalho completo e eficaz de SEO, é preciso garantir que todas as etapas desse processo sejam cumpridas — e não são poucas! Por isso, se você quer ter certeza de que o SEO on-page, o SEO off-page e outros aspectos técnicos estão devidamente implementados, é fundamental seguir uma check-list de SEO.

Neste artigo, explicaremos todos os pontos que devem constar na sua lista de passos para colocar a estratégia de SEO em prática. Veremos desde técnicas que você pode aplicar dentro das próprias páginas web até estratégias para conseguir links para o seu site e melhor a experiência do usuário.

Todas as orientações que listamos aqui seguem as diretrizes do Google, que hoje é o site com maior participação do mercado de mecanismos de busca. Preparado? Então vamos começar!

1. SEO on-page

As otimizações de SEO on-page são melhorias que fazemos nos elementos das próprias páginas web, especialmente no que diz respeito à formatação e ao conteúdo delas. Vejamos quais são eles:

Palavra-chave

As palavras-chave são parte essencial de uma estratégia de SEO porque ajudam a dar o valor semântico às suas páginas. Elas representam uma das melhores maneiras dos buscadores interpretarem o assunto de um conteúdo, listando-os nos resultados quando o usuário pesquisar um termo que realmente tenha alguma conexão com aquela página.

Para encontrar ideias de palavras-chave, você pode utilizar o planejador de palavras-chave do Google (basta ter uma conta no Google AdWords), ferramentas como a Keyword Tool ou o Ubersuggest.

Vale lembrar que os mecanismos de busca são sofisticados o suficiente para entenderem sinônimos das palavras-chave e expressões relacionadas. Por isso, não há a necessidade de repetir a sua palavra-chave em excesso: conhecida como keyword stuffing, essa prática é condenada pelos buscadores e pode até levar à penalização do seu posicionamento. Sem contar que isso deixa o texto monótono, sem ritmo e sem apelo com o seu público.

Nossa dica é sempre utilizar a sua palavra-chave de forma natural, sem forçá-la ao longo do conteúdo. Pense primeiramente na experiência do usuário e depois no mecanismo de busca.

Título

O título (tag <title> no HTML) é a primeira informação sobre a sua página que aparece nos resultados dos buscadores, e por isso merece bastante atenção. Ele deve ser pertinente ao seu conteúdo e transmitir ao usuário o que ele encontrará ao acessar a sua página.

Se o seu título for pensado meramente para atrair cliques em vez de refletir o assunto do qual a página trata, seu posicionamento poderá ser prejudicado, já que essa é uma forma de tentar manipular os usuários para clicarem no seu link.

Construa um título interessante, que desperte a atenção das pessoas, mas sempre com honestidade. Lembre-se de incluir a palavra-chave aqui, tendo em mente que quanto mais próxima do início do título ela estiver, maiores são as chances de você conseguir mais cliques.

A recomendação é que ele não ultrapasse os 60 caracteres, pois o Google e outros mecanismos cortam títulos muito grandes para caberem no SERP (Search Engine Results Page, ou página de resultados do mecanismo de busca).

Há mais um detalhe sobre o título: o conteúdo da tag <title> não fica visível na sua página, então o ideal é utilizar a heading tag <h1> para essa finalidade. Falaremos mais sobre heading tags adiante.

URL

A URL é a segunda informação sobre a sua página que aparece no SERP, e por isso é importante que ela transmita algum significado. Endereços contendo números ou caracteres sem um sentido claro, como www.suaempresa.com.br/?p=145367, não são amigáveis e não representam nada para o usuário.

Uma URL amigável deve conter a palavra-chave da página, ser coerente com o conteúdo e contar com cerca de cinco termos além do próprio domínio do site.

Meta description

A meta description é a terceira informação sobre a sua página que os usuários visualizam na lista de resultados de busca. Trata-se de uma pequena descrição sobre a webpage e é um ótimo recurso para influenciar as pessoas a clicarem no seu site.

A meta description é uma tag no formato <meta content=”” name=”description”>, na qual o parâmetro content é que deve ser preenchido com a descrição desejada, não devendo ultrapassar os 160 caracteres.

Caso você não adicione a tag de meta description, o mecanismo de busca vai atribuir uma descrição para a página automaticamente, o que, em geral, produz um resultado indesejável. Ele pode simplesmente pegar um trecho aleatório, que é capaz de soar estranho fora de contexto.

Logo, o mais indicado é criar uma descrição que desperte a curiosidade do leitor, e sempre que possível, incluir uma chamada para a ação no fim — algo como “Clique para descobrir!” e “Saiba mais!” — para incentivá-lo a acessar sua página. E não se esqueça de acrescentar a palavra-chave nela, já que o Google marca em negrito os termos de pesquisa correspondentes.

Conteúdo

Quando um usuário pesquisa por determinado termo, é função do buscador entregar os melhores resultados em ordem de relevância para aquela pessoa. E um dos fatores mais importantes para determinar essa relevância é a qualidade do conteúdo.

Quando falamos em conteúdo, nos referimos principalmente — mas não unicamente — à produção de materiais no formato de texto, como posts no blog da sua empresa e landing pages que sejam realmente interessantes para o público que você deseja atingir. Pensar em outras mídias mais ricas como vídeos, e-books, infográficos e podcasts também faz parte desse tipo de estratégia.

Para que você tenha boas chances de ranquear para as palavras-chave pesquisadas de acordo com as orientações que vimos na seção 2.1 — e para outros termos relacionados —, é essencial investir na criação de conteúdos completos e informativos, que de fato gerem valor para a sua audiência.

Segundo uma transmissão de perguntas e respostas com o estrategista sênior de qualidade das buscas do Google, Andrey Lipattsev, os dois fatores de posicionamento mais importantes para o buscador envolvem os links para o seu site e o conteúdo em si. Vamos explicar mais sobre os links mais adiante.

Heading tags

Heading tags, ou cabeçalhos, são as tags <h1>, <h2>, <h3>, <h4>, <h5> e <h6>.

Como já dissemos, a tag <h1> pode ser utilizada para indicar o título da página. Por outro lado, a tag <h2> representa um intertítulo dentro do texto, a tag <h3> representa um intertítulo dentro do <h2> e assim sucessivamente até o <h6>.

Essas tags servem para estruturar melhor o texto, deixando claro para o mecanismo de busca que certas partes têm um destaque maior que outras. Por isso, o uso desses cabeçalhos também contribui para que os buscadores compreendam melhor o seu conteúdo, representando mais um fator que eles analisam para efeitos de relevância e posicionamento.

Sempre que você puder dividir seus conteúdos em seções, é interessante utilizar os intertítulos, lembrando de sempre tentar incluir a sua palavra-chave em pelo menos uma dessas heading tags da página.

Imagens

As imagens são uma parte fundamental do conteúdo, já que trabalham com o apelo visual e ajudam a complementar o que está presente no texto. Nem todos sabem, mas o bom uso desse recurso pode ser benéfico para uma estratégia de SEO.

Os principais mecanismos de busca do mercado contam com uma busca exclusiva de imagens, na qual o seu site também pode ter a chance de aparecer. Para isso, o ideal é ajudar o buscador a entender o que a imagem mostra por meio de um parâmetro conhecido como texto alternativo (alt text).

Esse parâmetro visa disponibilizar um pequeno texto que descreve o que a imagem exibe. Nos casos em que o navegador web não consegue carregar a imagem, é esse texto alternativo que ele deixa no lugar da figura. Sem contar que o alt text também é útil para deficientes visuais, que precisam do auxílio de softwares capazes de ler a tela para navegar na internet.

Ou seja, já que as imagens e seus respectivos alt texts contribuem para melhorar a experiência do usuário, é natural que os mecanismos de busca recompensem os sites que fazem bom uso delas com um melhor posicionamento. Por isso, dedique algum tempo a descrever as figuras de suas páginas e procure incluir palavras-chave nessa descrição.

2. SEO off-page

As estratégias de SEO off-page são externas às suas páginas e envolvem práticas para facilitar e incentivar outros sites a apontarem links — conhecidos como backlinks — para o seu.

Vamos entender como isso funciona?

Backlinks

Podemos imaginar os links externos apontando para o seu site como se fossem votos, indicando ao mecanismo de busca que você foi relevante ao ponto de alguém incluir um backlink para a sua página. Mas como conseguir esses links?

A maneira mais indicada para alcançar esse objetivo é justamente produzindo e divulgando conteúdo de qualidade.

Já vimos a importância do conteúdo na seção anterior, então aqui vale destacar que também é preciso compartilhar esse material nas redes sociais, por meio de campanhas de e-mail marketing ou outros canais, para que ele chegue a ainda mais pessoas.

Se o conteúdo for realmente bom, eventualmente ele chegará a sites relacionados à sua área de atuação ou até em portais de notícias, que poderão incluir links para o seu site.

Outra maneira de conseguir backlinks é por meio da produção de guest posts — a publicação de posts de sua autoria, escritos especialmente para um site de terceiros.

Você pode entrar em contato com um blog que publique artigos que tenham a ver com o seu mercado e se oferecer para colaborar. Em retribuição, os responsáveis poderão oferecer um link para o seu site na sua descrição de autor na assinatura dos posts, por exemplo.

3. Tempo de carregamento da página

O Google e outros mecanismos de busca consideram a experiência do usuário como um dos fatores de posicionamento, e o tempo de carregamento da página tem bastante a ver com isso.

Os usuários já esperam que os sites que visitam carreguem rapidamente — ainda mais se estiverem utilizando um smartphone e uma conexão móvel. Se isso não acontecer, eles rapidamente perderão a paciência e abandonarão aquela página, indo em busca de um novo conteúdo (que provavelmente será disponibilizado pela concorrência).

Caso o seu site esteja passando por esse problema, tenha em mente que os visitantes que desistem de um site dificilmente retornarão. Portanto, procure seguir as seguintes orientações para otimizar o tempo de carregamento do seu site:

  • comprima as imagens para diminuir a quantidade de dados da página;

  • comprima os arquivos HTML, CSS e Javascript;

  • habilite o uso de cache;

  • evite importar arquivos externos;

  • se essas alterações não melhorarem a velocidade de carregamento de forma satisfatória, opte por um servidor mais robusto.

Para ajudá-lo na tarefa de avaliar a velocidade de carregamento da página, o Google oferece o PageSpeed Insights, uma ferramenta que dá uma nota de 0 a 100 para a velocidade do seu site, tanto no mobile quanto no desktop. Além disso, ela lista diversas recomendações de como você pode melhorar essa velocidade.

4. Google AMP

O projeto AMP (Accelerated Mobile Pages, ou páginas móveis aceleradas) é um padrão de código aberto destinado a publicações na web cuja finalidade é carregar seus artigos mais rapidamente em dispositivos móveis.

Acelerar essa velocidade de carregamento vem sendo uma preocupação do Google, especialmente porque tem a ver com a boa experiência do usuário — como vimos na seção anterior — e com o fato de o número de acessos móveis à internet já ter ultrapassado o número de acessos via desktop em todo o mundo.

Como nem sempre os usuários desses gadgets têm uma conexão rápida, ou podem estar vinculados a um plano de dados limitado, a ideia do AMP é eliminar elementos desnecessários presentes na versão desktop do site e otimizar a navegação móvel para todos os usuários, utilizando apenas recursos realmente necessários para a navegação e a visualização do conteúdo.

5. Redirects

Às vezes, queremos alterar a URL de alguma página do nosso site por razões variadas, inclusive por motivos de otimização, como vimos anteriormente. Mas o que acontece com os visitantes que chegam ao seu site por uma URL antiga — seja de um site de terceiros ou até mesmo de um mecanismo de busca?

Se você não tomar nenhuma providência, eles receberão uma mensagem de erro, gerando frustração e prejudicando a experiência com a sua marca. No entanto, caso você implemente o que chamamos de redirecionamento (ou redirect), sempre que uma pessoa acessar uma URL antiga, ela será redirecionada para o novo endereço.

Em primeiro lugar, essa solução dispensa a necessidade de pedir para todos os administradores de sites que tenham links para o seu consertarem esses backlinks. Em segundo lugar, os redirects permitem que o Google e outros buscadores entendam que a página com aquela URL antiga recebeu um novo endereço e por isso não se trata de uma nova webpage, conservando assim a relevância que ela já tinha antes.

Tecnicamente, esse tipo de redirecionamento é chamado de redirect 301 e pode ser estabelecido nas configurações do seu servidor.

6. Sitemap.xml

O sitemap.xml é um arquivo que deve estar no diretório raíz do seu site (www.suaempresa.com.br/sitemap.xml). Sua função é listar todas as URLs das páginas que ele contém para guiar os mecanismos de busca a encontrarem todas elas — em outras palavras, trata-se de um recurso que ajuda a aumentar as chances de as suas páginas aparecerem no Google e em outros buscadores.

Alguns sistemas de gerenciamento de conteúdo já criam o sitemap.xml automaticamente, enquanto outros permitem essa criação por meio de plugins — como é o caso do Yoast SEOpara WordPress. Além disso, há ferramentas como o XML Sitemaps Generator que fazem uma varredura em todo o seu site em busca de páginas e geram um sitemap para você.

Apesar de gerar o sitemap e colocá-lo na raíz do seu site já ser uma ótima prática de SEO, é possível obter resultados ainda melhores enviando esse arquivo para as ferramentas de busca. Você pode enviar o sitemap.xml para o Bing por meio do Bing Webmaster Tools e para o Google por meio do Google Search Console.

7. Robots.txt

O robots.txt também é um arquivo que deve ficar na raíz do seu site, mas ele tem uma função diferente do sitemap. Sua finalidade é indicar para os robôs de busca — programas de computador que rastreiam a web em busca de novas páginas e mudanças nas páginas — quais diretórios eles têm permissão de visitar ou não.

Isso serve para evitar que páginas internas, importantes apenas para os colaboradores da empresa, apareçam nos resultados de busca, por exemplo. A estratégia também previne que usuários cheguem a um site por meio das buscas se ele ainda estiver em construção.

Mas antes de entendermos como o robots.txt funciona, vale lembrar que cada mecanismo de busca tem o seu próprio robô. Tendo isso em mente, podemos definir para quais robôs valem as instruções presentes no robots.txt. Vejamos um exemplo:

User-agent: Google

Disallow: /tmp/

Aqui, está definido que o robô do Google não está autorizado a rastrear o diretório /tmp/ do seu site. Se quiséssemos que isso valesse para todos os robôs de busca, poderíamos configurar o arquivo da seguinte forma:

User-agent: *

Disallow: /tmp/

Como o robots.txt é um arquivo texto, você pode criá-lo no seu editor de texto favorito ou no bloco de notas e depois enviá-lo para a raíz do seu site.

8. Breadcrumbs

As breadcrumbs (ou “migalhas de pão” em português) são um recurso de navegação que pode ser incluído no site para estruturá-lo em níveis ou categorias. Elas servem tanto para auxiliar o usuário a se localizar dentro dele quanto para ajudar o mecanismo de busca a qualificar melhor as suas páginas, já que com isso ele consegue compreender a hierarquia na qual estão organizadas.

No site de uma agência de marketing digital, um exemplo de breadcrumbs na página sobre os serviços de mídias sociais que ela oferece poderia ser o seguinte:

Início » Serviços » Mídias sociais

Além de facilitar a navegação do usuário caso ele queira retornar para uma página algum nível acima, como voltar a ver os serviços da agência, as breadcrumbs podem aparecer também nos resultados do Google.

Dessa forma, você oferece mais informações sobre a sua página quando ela aparece no SERP e favorece as pessoas a se interessarem por ela e clicarem no seu link.

9. Canonical Tags

Quando você cria mais de uma página com o mesmo conteúdo ou com um conteúdo muito parecido, isso pode chamar a atenção do Google. O buscador não lida bem com informações duplicadas e pode aplicar algum tipo de punição ao seu site por isso, a não ser que você indique qual é o conteúdo original por meio de canonical tags.

Um exemplo seria um site que tenha uma parte com paginação para listar diversos cases de sucesso da empresa. Como as páginas desse tipo têm uma estrutura muito parecida, mudando apenas a lista de cases, o Google pode enxergá-las como conteúdo duplicado. Assim, vale a pena incluir uma tag canônica da segunda página em diante apontando para a primeira.

A canonical tag tem o seguinte formato:

<head>

<link rel=”canonical” href=”www.suaempresa.com.br/cases/” />

</head>

Outro exemplo é quando você replica um conteúdo original do seu próprio blog em um outro site. Para evitar problemas, certifique-se de que essa página externa tenha uma canonical tag apontando para o seu blog.

Como podemos perceber, uma estratégia completa de SEO conta com diversos detalhes, que vão desde aspectos on-page até fatores off-page e detalhes um pouco mais técnicos. Apesar de todas essas minúcias, trata-se implementações que realmente valem a pena e podem ser o diferencial que fará o seu site alcançar o topo das buscas.

Gostou de saber mais sobre cada um desses pontos que abordamos na nossa check-list de SEO? Então continue por dentro das novidades do marketing digital e do mercado de buscas: assine nossa newsletter e não perca nenhum conteúdo!


 
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